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Perfil

01/04/2014
Dom, inquietude e curiosidade


rafael araujoO belo-horizontino, Rafael Araújo, traz no DNA a paixão pela comunicação. Desde criança acompanhava o trabalho da sua mãe, que foi formada em relações públicas. “Antes dos 10 anos, já sabia que o jornalismo seria a minha profissão. Queria ser repórter de rádio”, conta.

 

Formado em Jornalismo e finalizando o curso de Especialização em Gestão de Negócios, na Fundação Dom Cabral, Rafael começou a atuar como assessor de imprensa, no Colégio Pitágoras, quando ainda cursava o Ensino Médio. Foi nessa época que ele começou a sua carreira como jornalista. “Tive a oportunidade de aprender com grandes jornalistas que me adotaram por fases diferentes dessa curta, porém intensa trajetória. Gente que me fez aprender que, antes de técnica, o bom jornalista vive de curiosidade e não tem medo do desconhecido”, frisa.

 

Com o dom e a vontade de seguir carreira na área, Rafael, aos 18 anos, registou uma empresa. Porém, só em setembro de 2008, com 24 anos, que decidiu empreender. “Deixei o emprego que amava, no projeto Sempre Um Papo, onde fiquei por sete anos, e decidi colocar na rua aquilo que, até então, se resumia a apenas em um talão de notas fiscais e um cartão bancário. Mudei o nome da empresa, que passou a se chamar Árvore de Comunicação”, afirma.

 

Cinco anos de Árvore

 

A Árvore de Comunicação começou a funcionar em 21 de setembro de 2008, no dia Mundial da Árvore. Além disso, o nome está intimamente ligado com a essência da empresa. “Não pensava nisso quando escolhi o nome Árvore de Comunicação, mas aprendi com o tempo que negócio é como uma árvore: não basta apenas lançar as sementes, é preciso regar diariamente, adubar, lançar boas energias. O desafio não é simplesmente fazer a árvore crescer, mas mantê-la forte para dar bons frutos”, diz.

 

A empresa, apesar do pouco tempo de atuação no mercado, já tem uma carteira de clientes que a reconhece como uma parceira nos negócios, além de ter uma equipe competente. “Em 2013, passamos a nos apresentar como uma empresa de Relacionamento Institucional, que utiliza técnicas da Relações Públicas e Jornalismo para contribuir com a estratégia dos clientes. Somos referência na assessoria de imprensa de eventos culturais em BH e estamos construindo uma boa relação com o mercado corporativo, com clientes importantes como o Hermes Pardini, UniBH, Instituto Cultural Sergio Magnani e Sesi”, diz Rafael.
Com essa ascensão, Rafael se mantem otimista com o mercado mineiro. Ele acredita que o Estado tem potencial, um time de profissionais brilhantes e agências incríveis.

 

Carreira

 

Como jornalista e gestor de uma empresa na área de comunicação, Rafael está conectado 24 horas. Sempre busca informação, seja por meio de jornal, revista, internet ou rádio. “Ainda na cama, leio os jornais no iPad. Ouço rádio o dia todo e adoro fazer clipping para os amigos. Agora, estou lendo muito sobre a convergência de mídias e a economia da cultura”, diz.

 

Em sua carreira, o momento mais marcante foi quando esteve à frente da comunicação do Sempre Um Papo. “Eu era muito jovem, trabalhava um bocado, mas tinha bons mestres sempre ao meu lado. Viajava o Brasil na companhia de grandes escritores e tinha um mestre no escritório para me inspirar, o jornalista Afonso Borges, a quem devo boa parte do que sei. Conheci o país, fiz amigos, aprendi muito, me diverti também”, relembra.

 

Mas, para alcançar o sucesso na área é preciso querer e trabalhar muito. “Acredito que comunicação é dom construído. Você não precisa nascer com ele, mas passa a viver em função da profissão. Sala de aula encaminha, o mundo forma, mas a inquietude deve morar dentro do profissional. O que diferencial de hoje é banal amanhã. Consumir cultura é mandatório, assim como tudo que abre nossas mentes”, aconselha.

 

Lazer

 

Casado com Janaína (que também é jornalista) e a espera do seu primeiro filho (Pedro), Rafael gosta, quando se permite ter horas vagas, de conversar com os amigos, cozinhar, visitar sua família e assistir filmes. O seu filme favorito é a animação da Pixar, Up: altas aventuras. “Assisti mais de dez vezes. Me enxergo no velho ranzinza Sr. Frederikzen”, brinca. Piolho de livraria, como ele mesmo se define, sempre está lendo algo. Terminou recentemente o primeiro romance do jornalista Edney Silvestre, “Se eu fechar os olhos agora” e está terminando de ler o livro “Fim”, da Fernanda Torres. “Na fila está ‘1984’, do George Orwell, que já passou da hora de eu ler”, finaliza.

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