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14/10/2016
Mas afinal de contas, o que é essa tal de Economia Criativa?

Julia CostaHá quem diga que estamos diante de uma nova era quando falamos em consumo. Os mais metafísicos acreditam que entramos em uma fase na qual nos preocupamos mais com os impactos que nossas ações geram e quais são os valores que vamos deixar para as gerações que virão depois de nós. Os mais otimistas, então, afirmam que estamos chegando ao fim de uma era individualista e dando um passo ao futuro em direção a uma sociedade mais colaborativa e sustentável.

 

E são essas discussões que nos pautam para um novo tema: a criatividade. Se alguém pedisse você para explicar este termo, você sabe o que responderia? Quando resgatamos a etimologia da palavra, encontramos o seguinte conceito: capacidade de criar, produzir ou inventar coisas novas. E é justamente isso que vivemos e experimentamos atualmente. As startups e as empresas pautadas no conceito de criatividade, representantes da nova economia - a criativa -  são as provas desse movimento que tem se tornado cada vez mais vivo e colaborativo.

 

Mas, afinal de contas, o que é essa tal de Economia Criativa?

 

O conceito, propriamente dito, foi definido pelo professor inglês, John Howkins, em seu livro The Creative Economy, que a considera como “atividades nas quais resultam em indivíduos exercitando a sua imaginação e explorando seu valor econômico. Pode ser definida como processos que envolvam criação, produção e distribuição de produtos e serviços, usando o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual como principais recursos produtivos”.

 

De forma clara, é todo tipo de negócio gerado a partir da criatividade, que, como o próprio nome diz, é o pilar desse novo formato de economia. É importante destacar que, para ser considerado parte da economia criativa, o negócio precisa gerar - ou, na visão de pesquisadores da área, pelo menos tentar - algum tipo de valor, seja para quem o produz ou para quem é o público do produto gerado.

 

John Howkins, o especialista no assunto que citamos acima, defende também a ideia de que a Economia Criativa está diretamente ligada às nossas necessidades. À medida que elas se tornam mais latentes ou que demandem novas soluções, a EC entra com um papel fundamental para oferecer recursos inovadores: pautados sempre na criatividade e na inovação.

 

Aqui na Samba, nós sempre buscamos formas criativas e inovadoras para desempenhar o nosso trabalho da melhor maneira. Desde a forma que nos comunicamos por meio das estratégias de marketing, passando pelo atendimento com a equipe de consultores, até a equipe de Costumer Success no pós-venda, tudo é pensado para agregar valor à ideia, ao projeto e ao cliente.

 

Na última semana, publicamos um material específico sobre Economia Criativa. Nos inspiramos mais ainda na discussão sobre o tema e convidamos a Perestroika, o Quartoamado, o Shoot The Shit e o Num Pulo, que entendem bem do assunto, para contar a história deles, a relação com a criatividade e, ainda, como a tecnologia os ajudou na criação dos seus projetos. Para acessar o material, é só você clicar aqui.

 

O fato é que, hoje, a Economia Criativa é vista como a economia do século XXI. Em uma época cada vez mais marcada pela criatividade e pela quebra de padrões pré-estabelecidos, investir em soluções criativas contribui diretamente para o desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável e mais preocupada com o futuro. E é justamente isso que estamos vendo e vivendo no nosso dia a dia.

 

*Julia Costa é estrategista de conteúdo no time de marketing da Samba Tech.

 

** O Grupo Minas Marca não se responsabiliza pelos conceitos, ideias e opiniões emitidos nos blogs assinados.

 

 

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